THEME And in that moment, I swear we were infinite
É, só fica. Deita aí e esquece de tudo. Me abraça, bem apertado de preferência. Deixa eu sentir sua respiração ao pé de minha cabeça. Vamos ficar assim até amanhã. Quem saiba assim eu durma essa noite, porque sei que você continuará aqui do meu lado.”
Stay here

“Não era o bastante ser seu último beijo. Eu queria ser seu último amor. Mas sabia que não era. Sabia e a odiava por isso. Eu a odiava por não se importar comigo. Eu a odiava por ter me deixado naquela noite. E odiava a mim mesmo por tê-la deixado ir embora, porque, se eu tivesse sido suficiente, ela não teria querido ir embora. Simplesmente teria se deitado comigo, conversado e chorado. E eu teria ouvido e teria beijado as lágrimas que caíam de seus olhos.”

Quem é você, Alasca? (via brzerk)

“Porque nós somos feitos de poeira cósmica e estrelas que brilham incessantemente. Eu ouço “Let It Be” e canto, suspendendo meus braços pro céu, pedindo para que alguém, lá do alto, me conceda a graça de subir e ficar nas nuvens, sem precisar me preocupar com toda essa agonia que venho carregando ou coisa do tipo. Eu sei de todos os meus erros mas eu queria, neste exato momento, fechar meus olhos e encontrar um berçário de constelações cuja poesia me falasse de ti e de como o amor é bonito e em como a vida é bela apesar de. Basta toda essa tristeza que, às vezes, pego pra mim como um fardo e que eu não preciso, de verdade, carregar. Nós precisamos, lá no fundo, é de um amor que nos encontre com abraços bem apertados e uma voz serena e tranquila, e que diga sobre o que fomos e cante Beatles e que goste de Drummond. Todos nós deveríamos ter um grande amigo para ligar na hora da dor e dizer “ok” e rir e dizer novamente “ok” e rir novamente… A vida seria mais simples se olhássemos para as flores inexatas, que coincidentemente são as mais bonitas e plenas, são as que refletem quem somos e por que somos. Porque nós somos o corpo flutuando no espaço sideral, somos estrelas-cadentes que passam e nunca mais são vistas, apenas sentidas. Eu sinto estrelas, mesmo que eu não as olhe, eu as sinto. A lua me diz que somos metades para sermos inteiros, e que tudo isso é uma leveza quando visto com calma. E hoje me sinto tão feliz e calmo e sereno, talvez porque ouvir rock e ler textos românticos tenha se tornado uma prática viciante ou até mesmo porque quando eu me afasto eu fico comigo e fico bem, em paz. Se eu olhar para o meu céu, agora, eu terei todo o meu mundo voando atrás das estrelas. E será lindo.”

Igor Pires. (via lettres-a-paris)

“É quase um desafio encontrar alguém que sinta a mesma coisa que você.”

Cicatrizes Invisiveis.   (via julgando)

“Passei tanto tempo, me importando, me chateando, ligando, correndo, fazendo das tripas corações para segurar o amor que restava nas costas. Agora eu prometi a mim mesma que não carregaria mais nada, peso nenhum sozinha. Não importo tanto, não me chateio tanto, não ligo tanto, não corro tanto e adivinhem só? Também nem preciso segurar mais amor nenhum, parece que agora ele vive flutuando e me acompanhando sempre. Quando eu parei de procurar ser amada, parece que o mundo começou a me amar mais.”

Tati Bernardi.   (via julgando)

“Se é tão fácil assim pra você esquecer, por que não é para mim?”

Gramaticas. (via lettres-a-paris)

“Qual é? Morrer é um cliché. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.”

Pedro Bial.    (via julgando)

“Um fã que não sei o nome, criou uma continuação de “A Culpa é das Estrelas”. Leia até o final, você não irá se arrepender.
Hoje faz exatamente um ano que Augustus Waters morreu. Não havia mais aqueles olhos azuis, não havia mais ligações durante a noite, nem metáforas. Só eu e meu câncer. Relembrar a morte dele era como ter água nos pulmões: Sufocante e doloroso, uma dor que nunca passava. Estava vivendo naquela terceira dimensão só nossa. Minha e do Gus. Desta vez, terrivelmente sozinha. Sou a paciente de uso contínuo mais longo do Falanxifor. O remédio funcionava para mim, mas não para todo mundo.Me sinto sozinha, e não vejo motivos para meus pulmões continuarem em sua luta contra essa praga de câncer. O dia começou como todos os outros. Me desliguei do biPAP, me liguei ao Felipe e assisti alguns episódios gravados de America’s NextTop Model na cama. Abri o e-mail para reler os quatro anexos que Lidewij Vliegenthart havia lhe mandado um ano atrás. Isso era reconfortante, como se uma parte dele tivesse ficado comigo. Um novo email tinha chegado uma semana atrás, e eu nem tinha notado.”Querida Hazel,Desde que Peter leu as últimas cartas que Augustus escreveu, se encontra mudado. Parou de beber e começou a escrever um novo livro, sem nome definido ainda. Ele está contando sua história. De vocês, na verdade. Sua de Augustus. E em breve te mandará os primeiros capítulos.Van Houten também pretende fazer uma continuação de Uma Aflição Imperial, contando o que aconteceu com a mãe da Anna, o Homem das Tulipas Holandês, com o hamster e com todos os outros. Isso é o que podemos chamar de milagre não acha? Estou realmente muito feliz, acho que tudo vai dar certo agora. Espero te ver novamente. Sua amiga, Lidewij Vliegenthart “ Na mesma manhã, coloquei alguns sanduíches de tomate e queijo dentro de uma cesta de pique-nique,carregando o UAI e saí.Quando cheguei ao meu destino,sentei-me num banco e li um pouco do livro. Assim como Uma Aflição Imperial, a existência de Augustus foi,de certa forma, rápida, marcante e finita.Fui até a última página em branco,peguei uma caneta e comecei a escrever.” Augustus Waters, Uma vez, você me pediu um elogio fúnebre, e eu não disse nem ametade da metade do que deveria ter dito. Amo seu sorriso torto e amo sua voz. Amo o fato de me chamar de Hazel Grace, e não só Hazel como todos. Amo suas lindas pernas e o modo como você anda.É muito egoísmo da minha parte,mas queria ter morrido antes. Bem,o mundo não é uma fábrica de realização de desejos. Ah, Isaac está ótimo. Veio me ver alguns dias atrás - Não literalmente, claro. - E me contou que a Mônica apareceu em sua casa com o novo namorado para ameaçá-lo pelos ovos que vocês jogaram no carro. Ele apenas bateu a porta na cara dela e disse que no momento não sentiu nada, mas instantes depois foi jogar Counterinsurgence 2: O preço do alvorecer enquanto chorava. Sem troféus quebrados dessa vez.Seus pais espalharam mais encorajamentos pela casa. E está tudo bem com as suas irmãs.Meus pais choram bastante ultimamente. A unica coisa pior do que morrer com um câncer aos dezessete anos é ter um filho morrendo de câncer aos dezessete anos. Então respiro fundo - ou quase- E tento consolá-los. Sou uma granada, e aprendi que é impossível tentar salvar os outros de minha própria explosão iminente. E o que eu queria dizer aqui ainda não disse, não caberia nesse pequeno espaço em branco na folha. Afinal, não é todo dia que encontramos um cara que não tenha perna e ao mesmo tempo tenha as pernas mais lindas do universo. Um cara que gaste seu unico desejo pra me levar à Amsterdã e beber estrelas comigo. E não, não me arrependo deter ido à Disney, foi bem legal.” Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações. ”Você não é um escritor tão ruim assim sabia? Alguns infinitos são maiores que outros, Augustus. O nosso infinito durou muito pouco. Mas agora, farei com que ele se prolongue.Da sua,Hazel Grace. “Arranquei um pedacinho do livro e escrevi: ”Fui atrás de Augustus Waters, esse é o meu destino. Me desculpa. Amo vocês. ”Tirei a cânula e esperei que a escuridão viesse.”

Okay. - Disse num último suspiro. (via fixyou)